sábado, 12 de janeiro de 2008

Memórias Liquidas




"A vida não pede licença, mas manda convite."


Primeiro livro desta autora baiana, encontrei por acaso zanzando pela siciliano. Me chamou a atenção, inicialmente, a cor da capa e logo depois a temática. Me identifiquei logo, achei legal ler algo que alguém escreveu sobre como outras pessoas se sentem em relação a morte de seus filhos. Hilda trabalha muito bem este universo (pelo menos até agora, ainda estou lendo), para alguns um tabu, que torna até difícil de falar, quanto mais escrever sobre. Os capítulos do livro são alternancias entre pontos de vistas das personagens: Ana (a mãe), Sergio (o pai), Gabi (a irmã viva), Júlia (a avó), Amália (a empregada) e Beth (a amiga invejosa). Ótima leitura sobre um tema bem caro as pessoas, tanto pra quem ja passou pela situação quanto pra quem ainda não passou (quiça nunca passe), mas treme só de imaginar. Uma grata surpresa pra mim, que estava sem ler algo nacional novo a um certo tempo.

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